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Flora Vaz vê a escolha da mulher como tema do Dia Mundial do Rim em 2018 como um alerta para que elas cuidem mais da saúde e se consolidem como referência para suas famílias

A data em que se celebrará o Dia Mundial do Rim, em 2018, já está definida: será dia 8 de março, uma quinta-feira, e abordará, como tema central, “A Mulher e a Doença Renal”. Este ano o tema foi relacionado à obesidade e, ano passado, à criança.

Para a nefrologista Flora Vaz, da Clínica de Doenças Renais (CDR), a escolha da mulher é um alerta para que elas cuidem mais da saúde, e, também, sirvam de exemplo e referência familiar na busca por diagnósticos e ações preventivas.

Flora integra a comissão que discute as ações que a CDR executará no Dia Mundial do Rim. Tradicionalmente, a instituição promove ações externas, oferecendo exames de glicemia e aferição da pressão arterial à população em geral, além de distribuir folhetos informativos e orientar sobre medidas de prevenção à doença renal crônica.

Internamente, os profissionais da CDR trabalham com seus mais de 300 pacientes, reforçando orientações de conduta e ações para enfrentamento da doença renal. Segundo já antecipou o diretor da instituição, Arnon Campos, todas as ações deverão ser mais uma vez colocadas em prática na celebração da data ano que vem.

Celebração mundial - A data surgiu a partir da iniciativa de nefrologistas do mundo inteiro, e tem sido coordenada desde 2005 pela Sociedade Internacional de Nefrologia ou "International Society of Nephrology" e IFKF (Federação Internacional de Fundações do Rim ou "International Federation of Kidney Foundation"), com a intenção de alertar a população sobre os riscos das doenças renais.

O rim é o principal órgão do sistema excretor do corpo humano, ele é responsável por filtrar os produtos do metabolismo de aminoácidos do sangue, principalmente a ureia. 

Ele também é responsável pelo equilíbrio de itens como sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, bicarbonato, hidrogênio, cloro e outras. O rim ainda produz hormônios como a eritropoietina, aldosterona, cininas e as prostaglandinas. 

A doença renal crônica (DRC) afeta aproximadamente 195 milhões de mulheres em todo o mundo e atualmente é a 8ª principal causa de morte em mulheres, causando 600 mil mortes femininas por ano.

Não há estatística análoga em Alagoas, mas, segundo Flora Vaz, cerca de 40% dos pacientes com doença renal crônica são mulheres. No geral, o Estado tem perto de 1.700 pacientes fazendo diálise (terapia renal substitutiva) e um número não mensurado de doentes que não encontram vaga para tratamento.

 

 

 

 

 

 

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